Sistema elétrico do automóvel


Da combustão de uma mistura de ar e gasolina nos cilindros de um motor a gasolina resulta a energia necessária, para mover um carro. O sistema elétrico produz a faísca elétrica que inflama a mistura.



  O sistema elétrico de um automóvel faz basicamente duas coisas: alimenta todos os dispositivos elétricos instalados (12 volts de corrente contínua) e transforma a corrente alternada, gerada pela força do motor, em corrente contínua, recarregando sua própria bateria. Um carro, depois de ligado e com o motor funcionando, pode dispensar a bateria, pois o gerador que é ligado ao motor, além de carregar a bateria, fornece também corrente para todos os sistemas do carro. Assim, um carro em movimento não gasta bateria, mas se desligado, só é possível dar a partida com a bateria ou uma fonte externa.


  O sistema elétrico de um carro é constituído por quatro partes principais: uma bateria, que fornece a corrente elétrica, uma bobina, que eleva a tensão da corrente, de um distribuidor, que envia a corrente às velas no momento adequado e finalmente as velas, que produzem as faíscas que inflamam a mistura contida nos cilindros.

 Cada cilindro possui uma vela provida de dois elementos metálicos – os eletrodos – que penetram na câmara de explosão. Quando a corrente elétrica é fornecida às velas a uma voltagem suficientemente elevada, a corrente salta através do intervalo entre os eletrodos sob a forma de uma faísca.
  Os sistemas de ignição por faísca são basicamente os mesmos em todos os carros fabricados atualmente. O restante dos componentes do sistema elétrico fornece a eletricidade às velas de cada cilindro a uma voltagem suficiente no momento preciso.


  O sistema elétrico de um veículo está dividido em circuitos, cada um dos quais com diferentes funções básicas e comandos. São eles o circuito de ignição, o circuito de arranque, o circuito da carga da bateria, o circuito das luzes e os circuitos acessórios, por vezes, comandado pelo interruptor da ignição e, na maior parte dos casos, protegidos por um fusível.


  Um fusível queimado indica, quase sempre, que há um dano em qualquer outro ponto que não seja o próprio fusível, tal como sobrecarga de um circuito. Os componentes elétricos de um automóvel estão ligados através de interruptores a um dos lados da bateria, estando o outro lado ligado à carroceria ou ao chassi, isto é, à massa. Deste modo, o circuito de qualquer componente completa-se através da carroceria que desempenha naquele a função de um fio, o do retorno à massa.


  Este processo de ligação à massa não só economiza cerca de 30 metros de fio de cobre, mas também reduz a possibilidade de interrupção no circuito e simplifica a localização de avaria e a instalação de extras. Recorre-se a fios de diferentes diâmetros para possibilitar a passagem da corrente necessária, sem causar aquecimento do fio. 




 Assim, na ligação entre o motor de arranque e a bateria, por exemplo, utiliza-se um fio de diâmetro muito maior que as dos restantes fios, porque a corrente que o atravessa chega a atingir de 300 a 400 A. Nos esquemas elétricos, as cores dos fios são normalmente indicadas por meio de letras.

Vídeo:-




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Designer Sergio Pininfarina


  "A Itália perde um de seus embaixadores mais prestigiosos", lamentou Harald Wester, dono da Maserati, enquanto o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, lamentou a morte de "um gênio do Made in Italy".

 O estúdio italiano de design Pininfarina perdeu no dia 02 de Julho (2012) seu patrono, Sergio Pininfarina. De acordo com uma nota divulgada pela empresa, o designer faleceu aos 85 anos de idade em sua residência, em Turim, no norte da Itália, tendo ao seu lado a esposa Giorgia, e seus filhos, Lorenza e Paolo.   A causa da morte não foi revelada, mas sabe-se que o empresário estava com a saúde debilitada havia algum tempo.




Um pouco da sua história

  Sérgio Pininfarina foi preparado por seu pai Gian Battista, um ex-fabricante de carruagens em Turim que fundou a influente casa de design de automóveis na década de 1930, para sucedê-lo no negócio desde que ele era criança.


  Nascido em 1926, ele ingressou na empresa da família depois de se formar em engenharia mecânica pela Universidade Politécnica de Turim. Tornou-se presidente-executivo em 1961 e, em seguida, presidente do conselho quando seu pai morreu, em 1966.

 Sergio foi apontado como um dos mais criativos projetistas da indústria automobilística, com desenhos assinados para as mais diferentes marcas de veículos.

   O prestígio da família na Itália era tanto que ela foi autorizada a mudar seu nome para Pininfarina do original Farina com um decreto presidencial em 1961. Pinin, que significa 'o pequeno' no Piemonte, era o apelido de Gian Battista.


  Além da parceria histórica com a Ferrari, Alfa Romeo e Maserati (todas de propriedade da Fiat), Pininfarina também projetou automóveis para a Rolls-Royce e outros marcas não italianas.

  O Chevrolet Corvette Rondine de 1963, o Cadillac Allante de 1986, o Bentley Azure de 1995 e o Peugeot 406 Coupe de 1996 (projetado por Sergio) usavam o emblema Pininfarina.

  Sergio também projetou o Fiat 124 Spider de 1986, o Ferrari Testarossa de 1984, o Ferrari Enzo de 2002, o Maserati Quattroporte de 2003 e o Ferrari Scaglietti de 2004.



   Sergio também foi figura atuante na política da Itália. Pelo Partido Liberal, se elegeu deputado do parlamento europeu no fim da década de 70 e foi nomeado senador vitalício italiano em 2005.


  Em 2006, passou o cargo de CEO da Pininfarina para o filho Andrea, que morreu dois anos depois. Nesta época, a empresa começou a enfrentar problemas financeiros, agravados pela crise econômica de 2008. No ano passado a Pininfarina anunciou que abandonaria a fabricação própria de automóveis para se dedicar apenas a projetos de desenho e engenharia. 


Acordos de cooperação

Ferrari

   Sergio Pinifarina, ficou responsável desde o início pelas relações com Enzo Ferrari tendo sido nomeado director de projectos para todas as carroçarias da marca.
  A colaboração com a Ferrari estendeu-se a mais de vinte modelos, desde o Ferrari 212 Inter, uma das versões do Ferrari 212 com carroçaria Pinifarina apresentado em 1952, passando pelo Ferrari 250 apresentado em 1959 e que reflectia já a evolução do "design" de Pininfarina até ao mais recente Ferrari Superamerica de 2005.
Maseratti
  A cooperação com a Maseratti iniciou-se em 1948 quando esta decidiu iniciar a "produção em massa" de veículos (61 carros em três anos) e fabricou o A6, um coupé com design de Pininfarina. A cooperação decorreu em várias outras versões do A6 ao longo dos anos 50.
  Após um interregno de várias décadas em que a Pininfarina esteve ligada ao concorrente Ferrari, a cooperação foi retomada já neste século após a união das duas marcas no mesmo grupo, sendo o primeiro fruto desta nova cooperação a versão V do Maserati Quattroporte em 2003 e o Maserati GranTurismo em 2007.
Fiat
  Mais de 140 modelos nasceram da cooperação com a FIAT que Battista Pinifarina já conhecia desde os seus 18 anos, altura em que trabalhava na oficina do irmão e teve escolhido pelo próprio Giovanni Agnelli o seu desenho de radiador para o Fiat Zero.
  Desde então estabeleceu-se uma cooperação em mais de 140 modelos da marca italiana.
   A entrega pela Fiat em 1974 da produção do Campagnola, um todo o terreno para usos civis ou militares, e cuja produção decorreu até 1979, foi uma importante ajuda para o desenvolvimento da fábrica Pininfarina.

Alfa Romeo

   A cooperação com a Alfa Romeo iniciou-se em 1936, estendendo-se por vários modelos, nomeadamente o Giulietta Spider, fabricado a partir de 1964, cuja encomenda foi decisiva para que a Pininfarina atingisse uma dimensão industrial. Os últimos modelos da Alfa Romeo desenhados por Pinifarina foram o Spider e o GTV de 2004. 
Lancia
   O envolvimento de Vincenzo Lancia com Battista Pininfarina vem ainda do tempo em que este trabalhava na oficina do irmão, e havia desenhado os faróis para Lancia Dilambda. Quando em 1930 Pininfarina decide avançar com o seu próprio negócio o apoio de Lancia é determinante, quer economicamente como sócio minoritário, quer como cliente colocando desde logo as primeiras encomendas de carroçarias para automóveis Lancia. A colaboração prosseguiu com muitos outros modelos nomeadamente o Aprilia de 1947 com um coeficiente aerodinâmico de 0,47 impensável para a época.
Peugeot.
    A cooperação com a Peugeot iniciou-se em 1951 com o desenho da carroçaria do Peugeot 403 e prosseguiu ao longo dos anos com vários outros modelos da marca francesa, especialmente as versões  e cabriolé. A concepção e fabrico do modelo 406 Coupé iniciou uma nova fase de colaboração entre as duas firmas a partir de 1992. Apesar de pertencer à família Peugeot 406, foi concebido um carro totalmente novo apenas tendo em comum a parte mecânica e poucos mais componentes. Todo o fabrico foi realizado nas fábricas da Pininfarina que realizou investimentos importantes na adaptação das suas instalações para essa finalidade. Em Junho de 2003 a Pininfarina celebrou o fabrico do 406 Coupé número 100.000.
General Motors
   O primeiro contacto de Pininfarina com empresas do grupo General Motors (GM) dá-se pouco depois de ter criado a sua companhia ao preparar um chassis para o recém apresentado Cadillac V-16, por encomenda especial do Marajá de Orccha, na Índia, que pretendia um cabriolé para servir de veículo para a caça aos tigres. Após uma visita do vice-presidente da General Motors em meados dos anos 30, iniciou-se uma colaboração em vários modelos coupé e cabriolé que seria retomada após a Guerra chegando Pininfarina a ser recebido pelo presidente americano Eisenhower e a ser felicitado pelo presidente da GM pelo seu trabalho no Buick Lido Coupé cujo tecto se levantava ao abrir a porta, de forma a facilitar a entrada do condutor. A colaboração prosseguiu entre 1986 e 1993 com os chassis do Cadillac Allanté a serem transportados de Detroit para Turim onde recebiam as carroçarias Pininfarina. Nos anos 90 essa colaboração manifestou-se na concepção do protótipo Chrysler Chronos.
Chery
   A Pininfarina fez o Chery Cielo com uma dianteira em "U" e um design bem conservador.
 Em homenagem à esse brilhante designer do mundo automobilístico, o blog CHAVEIROTECH separou três de suas grandes obras:

Ferrari 250 GT

   No dia 24 de Fevereiro de 1962, na tradicional conferência de imprensa que marcava o início de cada temporada, a Ferrari impressionou tudo e todos com a apresentação daquele que talvez seja o mais icónico modelo da sua história – o 250 GTO.


Ferrari Testarossa

   Ferrari Testarossa de 1985, considerada uma das mais belas da história e abaixo a famosa Ferrari F40 apresentada em 1988, outro modelo que entrou pra história com linhas inconfundíveis e claro era um dos carros mais rápidos do mundo.


Ferrari Enzo

   O Ferrari Enzo é um super desportivo da Ferrari que recebe o nome do criador da companhia, Enzo Anselmo Ferrari. O carro foi construído com tecnologias usadas na Fórmula 1 e um sistema de aerodinâmica que levanta um pequeno spoiler e flaps quando em alta velocidade, criando sustentação para não deixá-lo descolar, possui um motor 6.0 V12 com 48 válvulas (2 de admissão e 2 de exaustão por cilindro).



Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.




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Chaves - saiba como organizá-las melhor.


  Chaves e mais chaves. São as chaves de casa, do trabalho, do carro, da bicicleta, de gavetas , maletas,  a lista realmente é grande.


  Existe várias maneiras usadas para melhor lidar com isso, uma delas por exemplo, é ter mais de um chaveiro, o que traz conveniência mas pode reduzir a disponibilidade ou a segurança final da solução, dependendo das alternativas adotadas.

 Mas mesmo com um chaveiro menor, reduzido às chaves de casa (2 portas em série + caixa de correio), do carro e do escritório (3 portas em série), às vezes é chato o processo de encontrar a chave certa, ainda mais quando algumas são parecidas e há fatores complicadores – escuro, pressa, etc. E é sobre algumas soluções para esta situação que segue-se esse post.


Passos 1 e 2: reduzir e separar


  Existem pessoas que carregam consigo um molho com inúmeras chaves : tem chave de tudo, desde a central de refrigeração do prédio até a mala de viagens usada só uma vez a cada 3 anos.

  Seria bom pensar se há necessidade de andar com tudo isso, já imaginou o trabalho que daria perder um molho de chaves assim?


  O ideal é, coloque os chaveiros separados por função (casa de praia, gavetas, portas auxiliares, etc.) as chaves que usa mais raramente, e aí guarde-os em um lugar seguro e fácil de lembrar. 



  As chaves que sobrarem serão as que terá que continuar levando consigo diariamente – talvez separados em 2 chaveiros, como acontece com quem tem excesso, ou mesmo para quem prefere separar as chaves do carro para evitar danos ao contato da ignição (ou mesmo à lataria), entre outros motivos.


Passo 3: classificar e ordenar para facilitar


  Escolher a chave certa nem demora tanto assim, mesmo que haja 5 chaves aparentemente iguais no chaveiro. O problema é quando precisarmos achar ainda mais rapidamente a chave certa – para aproveitar o elevador que já está no nosso andar, porque estamos apressados para ir ao banheiro, porque o telefone está tocando, porque é pouco seguro aguardar do lado de fora, etc.

  Uma solução simples e que facilita até mesmo para achar a chave certa no escuro é colocar as chaves na ordem do seu uso comum, contando a partir do chaveiro.    Quando você segura o molho de chaves pelo chaveiro, a chave que fica mais aparente deve ser a que abre a primeira porta no seu caminho para entrar em casa, e as demais ficam na ordem das portas correspondentes – assim, basta ir rotacionando conforme você avança.

  Se o mesmo chaveiro tiver as chaves de mais de uma casa, ou de casa e do escritório, agrupe-as desta forma, mas cada um dos caminhos (o de casa e o do escritório, por exemplo) deve começar pelas duas extremidades do molho de chaves. Chaves que não sejam das portas do seu caminho (da bicicleta, da caixa do correio, da gaveta…) devem ficar no centro ou, idealmente, colocadas ao lado de uma chave maior que sirva como referência para localizá-las mesmo sem vê-las.


  Outra solução bem prática, e para alguns até charmosa, são as chaves coloridas, uma alternativa divertida de organizar cada chave sua.



Complementos criativos


  Hoje temos no mercado uma imensa variedade de chaveiros funcionais que nos ajudam nesse processo de organizar nossas chaves, desde o chaveiro com lanterna, até os chaveiros pendrives, chaveiros criativos e práticos.




  Então, qual a solução prática que você usa para não perder suas chaves ou para organizá-las? Não esqueça de dividir conosco, deixe seu comentário.

Fonte: efetividade.net




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MinuteKey - Máquina que duplica chaves em 1 minuto

Copiar uma chave com o estilo pessoal.
Invenção batizada de MinuteKey automatiza o processo de duplicação de chaves. 
Brilhante.


 Você já pode fazer uma cópia das suas chaves em apenas um minuto, de maneira automática, e sem precisar do auxílio de ninguém. 

 Essa é a proposta do MinuteKey, uma ferramenta que se assemelha a um caixa eletrônico e pode ser instalada em qualquer lugar.

 A chave vai custar US $ 1,49 (R$ 2,99 cotação do dia 30/06) a duplicar, enquanto um trio de chaves vai custar US $ 3 (R$ 6,02). Não é só isso, sempre que escolher uma chave, também pode selecionar o projeto decorativo da própria chave.




 Infelizmente, quem não possui um cartão de crédito, não consegue usar o quiosque MinuteKey uma vez que a máquina não aceita dinheiro.

 A única limitação fica por conta das chaves de automóveis.


Assista o vídeo e veja como o Quiosque do MinuteKey funciona:




 Por enquanto, a novidade está disponível apenas em alguns supermercados norte-americanos.Mais informações sobre a iniciativa podem ser conferidas no site oficial do serviço.


Fonte: minutekey.com



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Dia do Chaveiro - 29 de Junho



DIA DO CHAVEIRO

    

Hoje aqui e no mundo inteiro,

É o dia dedicado ao Chaveiro.

Do porteiro ao fabricante,

Homenageio nesse instante.


Seja na porta ou cadeado,

Seu trabalho é consagrado.

De cofre não tem medo,

Descobre qualquer “segredo”.


Faz bom uso da ciência,

Deve ter boa paciência

Nessa sua profissão.


Para cada chave perdida,

O chaveiro tem a medida

Da chave certa na mão.

                            





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Moto - X132 Hellcat

X132 Hellcat, modelo fabricado pela norte-americana Confederate Motorcycles, desenhada com a proposta de ser a moto mais robusta já fabricada. 
Descrevê-la como exótica ainda parece pouco.


  Os diferencias do modelo estão por todos os cantos. A ausência da rabeta causa uma certa estranheza, mas o visual com banco pendurado já é velho conhecido das customs como a Harley-Davidson Rocker C.

  O motor possui componentes em alumínio 6061, que é um material de excelente qualidade e resistência, pouco ou quase nada utilizado em qualquer outra moto do mundo.


  O motor é um V-twin de nada mais nada menos 2.163 cm³ que oferece 133 cv de potência. Ela também possui um tanque para 18 litros. Além de possuir componentes de ponta como garfos Marzocchi de 50mm e pinças de freio Beringer e Brembo, outra coisa que chama a atenção são as correias e engrenagens do motor expostas, para que todos possam ver o motor da supermáquina esbanjando toda sua potência.


  Composto por três barras, o chassi tubular tem desenho parecido com um diamante cortado pela metade. Sendo uma das barras em formato de arco, a 
outra reta -- colocada a 30° de uma das extremidades -- e a última mais curta, onde o conjunto da suspensão dianteira é fixado.



 Logo abaixo do motor, está um bloco de metal maciço com dois cortes triangulares próximos à balança. São as saídas de escape que lembram o sistema adotado pela Buell XB12, mas, assim como todo o projeto da Hellcat, estão longe de ser convencionais.

 A roda traseira, por sua vez, cria um conjunto completamente à parte da moto devido ao comprimento dos braços oscilantes, compostos por duas hastes de cada lado, que a seguram. Do outro lado do tanque, os semi-guidões baixos sugerem uma pilotagem ao estilo streetfighter, reforçada pela suspensão invertida "upside-down", marca registrada de motos de alta cilindrada.


 O nome Hellcat, é alusivo ao F6F Hellcat, um dos caças utilizados pelos norte-americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Produzido em 1943, o Hellcat tinha um único objetivo: rivalizar com os A6M Zero japoneses.

 Será que conseguiram alcançar o objetivo, o que vocês acham?




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BMW Z4 White Wolf


O cupê alemão ficou ainda mais agressivo e radical com seu novo visual.


  Um dos primeiros trabalhos da recém criada preparadora japonesa Rowen, criada especialmente para customizar carros europeus,já está chamando atenção, é o Z4 White Wolf, um pacote esportivo totalmente customizado que deixou o roadster da BMW muito mais impressionante e chamativo. 


  O body-kit instalado no carro chama bastante atenção por suas formas, inspiradas nos carros de competição, o para-choque dianteiro recebeu novas e maiores tomadas de ar, além de luzes auxiliares em LEDs, o modelo ganhou ainda saias laterais, além de um para-choque traseiro totalmente novo, com um enorme difusor em fibra de carbono integrado e várias saídas de ar. Outro destaque é o aerofólio em fibra de carbono. Há ainda LEDs nas lanternas e refletores no para-choque traseiro.

  A preparadora equipou o carro com um sistema de exaustão de alta performance, em Titânio, são 4 enormes ponteiras de escapamento de 3.5 polegadas, que produzem um som único, além de melhorar o desempenho do carro, porém o pacote de alterações da Rowen para o BMW Z4 ainda não inclui mudanças no motor.

 Os preços do kit variam entre R$12.220 e R$18.720.


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Aston Martin DBS “Fakhuna”



 A DMC, empresa alemã especializada em tuning de carros de luxo, apresentou o Aston Martin DBS “Fakhuna”.

 A DMC é conhecida por sua série de pacotes de refinamento de luxo, incluindo o Porsche Cayenne 958 e o Aventador Lamborghini  LP900 Edição especial. Agora, este sintonizador de luxo alemão introduziu o DMC 'Fakhuna', um projeto de conceito para o Aston Martin DB-S.

 E eles capricharam na personalização do carro.O design do Fakhuna DMC é elegante  e agressivo, ao mesmo tempo colocando-se em uma linha própria. Na parte dianteira, o kit inclui um novo para-choque com uma maior entrada de ar e também um spoiler em fibra de carbono.
 A grade frontal do carro é revestida em ouro, que fica mais aparente pela pintura em preto fosco do carro, e o capô foi redesenhado com novas aberturas para maior ventilação.

 A DMC também deu ao Aston Martin um aerofólio novo, além de um para-choque traseiro com difusor. O sistema de escape também foi modificado e tem acabamento em ouro.

 As saias laterais deixaram o carro com aparência mais baixa e comprida e as rodas esportivas são em alumínio e titânio.

 O chassi do Fakhuna DMC Aston Martin DBS também recebe atualizações especiais que complementam o novo design do super carro.



 Em termos de desempenho do motor, a DMC Car Tuning Exotic tomou uma abordagem mais tradicional e desenvolveu um novo sistema de escape para o DBS Fakhuna. O novo sistema inclui conversores catalíticos esporte de titânio e cachecóis desportivos que oferecem uma vantagem de peso sobre a configuração de ações e solte um rugido estrondoso do V-12 embalado debaixo do capô.



 Mas isso não é o que realmente faz deste pacote exclusivo, o grande destaque é a fibra de carbono e ouro real, que são as cores dominante do automóvel.


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