Manutenção periódica do veículo

   
  Ao contrário do que possa parecer, manter o automóvel em boa forma é simples e, o melhor, vantajoso! Basta ter o manual em mãos e um olhar minucioso.

  Além de evitar inúmeros perrengues, o automóvel em dia também é sinônimo de economia. “À medida que o motorista entende que a manutenção preventiva custa, em média, 30% a menos do que a corretiva, além de garantir a segurança do veículo e reduzir a emissão de poluentes, ele passa a cuidar melhor do carro, fazendo revisões periódicas em uma oficina de confiança”, acredita Antônio Carlos Bento, coordenador do GMA, Grupo de Manutenção Automotiva, que reúne empresas do setor de reposição de autopeças.

   Comece por listar o que você precisará conferir. São quatro as partes essenciais para se fazer uma manutenção satisfatória: motor, pneus, amortecedores e freios. Em seguida, pegue o manual do seu carro, que deverá conter todas as especificações de uso e reparação. Veja, agora, como checar cada uma das partes.

Motor

    Neste caso, o importante é estar atento à lubrificação. O nível de óleo do motor e o nível de água do radiador são fundamentais para evitar que você fique parado no acostamento. Para checar o nível de água, existe um recipiente próprio com uma marcação de mínimo e máximo. Se a altura da água estiver entre eles, está ok. Caso contrário, a água deve ser completada. “Atenção: só completar a água com o motor ainda frio”, alerta Charles Diniz, professor do curso de manutenção automotiva do Instituto Federal Minas Gerais.

   O mesmo procedimento deve ser realizado na medição do óleo. Sabe aquela vareta que todo frentista adora medir? Pegue-a, com o motor ainda frio, e observe as duas marcações de mínimo e máximo. “O correto é quando o nível está entre elas. Se não, complete o óleo”, ensina. Faça isso, no mínimo, a cada 30 dias. A troca total do óleo do motor deve obedecer às instruções presentes no manual do carro.


Pneus

Se você sentiu que o seu carro está mais pesado ao volante, saiba que não está em dia com a manutenção preventiva. Verificar a pressão dos pneus é uma tarefa a ser feita a cada 15 dias, incluindo o estepe. “Observe o desgaste dos pneus através dos indicadores TWI no fundo dos sulcos. Caso detecte que está irregular, procure um centro automotivo para verificar o sistema de suspensão, ou seja, alinhamento, balanceamento e amortecedores”, recomenda Gerson Burin, responsável técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária, CESVI Brasil.

Freios

    Deve ser verificado, pelo menos, semanalmente o nível de óleo dos freios. Isso é feito observando-se uma marcação que existe no recipiente do óleo localizado no motor. Checar também o desgaste das pastilhas. “Essa checagem só mesmo no seu mecânico”, ressalta Charles. “É difícil estimar uma quilometragem padrão para a troca destes itens, pois seus desgastes dependerão muito de fatores externos, como a topografia, as condições dos locais onde costuma rodar o veículo e a forma de conduzi-lo”, enumera Gerson.

Amortecedores

    Caso você identifique algum vazamento de óleo no seu carro, faça o teste para descobrir se não é um problema no amortecedor. “Se o veículo balança demais após passar por uma ondulação, indica que já é hora de o amortecedor ser substituído”, explica o consultor técnico do CESVI Brasil.

Testes simples e rápidos

    O ideal é sempre dar uma atenção especial ao seu carro pouco antes de sair de casa. Gerson dá a dica: “Observe o piso de sua garagem para identificar se existe vazamento de algum dos fluidos, tanto de freio quanto de óleo e água”. Aquela olhadinha para ver se os pneus estão carecas ou com desgaste irregular também faz a diferença. Além da sensação de tranquilidade de estar em dia com as obrigações, a manutenção também previne acidentes. “Se os pneus estiverem gastos, quando ocorrer uma frenagem, a distância necessária para o carro parar completamente será muito maior”, frisa o professor.

   Esses são testes simples e rápidos que ainda têm um efeito positivo no bolso. “Sem essas medidas de precaução, a extensão das avarias pode comprometer outros componentes do sistema veicular, tornando a manutenção corretiva muito mais cara”, diz Gerson Burin. Trocar itens como filtros de ar, de combustível e velas de ignição dentro do tempo de validade sugerido irá contribuir para que você tenha um carro mais econômico. Regular catalisador e sistema de escape, calibrar pneus e alinhar a suspensão também aliviam o orçamento. “Um pneu com calibragem incorreta pode aumentar substancialmente o consumo de combustível”, acrescenta Charles.

    Agora que você já se inteirou do assunto, é hora de colocar as mãos à obra. 





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Ayrton Senna

   O automobilismo brasileiro não comemora um título mundial na Fórmula 1 há 20 anos, mas a última conquista tupiniquim ainda está mais viva do que nunca na memória de muitos fãs de velocidade. Foi no dia 20 de outubro de 1991 que Ayrton Senna da Silva celebrou seu terceiro título mundial.

   Aquela temporada já tinha sido mais do que especial para o então bicampeão, por conta de sua primeira vitória em Interlagos. Diante de um Autódromo de Interlagos com arquibancadas lotadas, Senna superou o desgaste de uma corrida caótica, com direito a muita chuva e inúmeros problemas em sua McLaren, que terminou a corrida apenas com a sexta marcha. A imagem do desgaste daquela corrida se estampou no rosto de Senna, que quase não teve forças para erguer o troféu de vencedor, tamanho o desgaste sofrido naquele domingo.

   A terceira vitória de Ayrton nas ruas do Principado de Mônaco também marcaram o ano de 1991. Senna lutava para acompanhar o ritmo das Williams, que despontavam como sensações da temporada. Depois de Mônaco, o brasileiro ficaria cinco corridas sem vencer, até voltar a briga pelo título com o trunfo na Hungria.
Felizmente, para os brasileiros, o talento de Senna acabou prevalecendo sobre a tecnologia dos carros de Frank Williams. Em Suzuka, última etapa do campeonato, Senna seria ajudado por seu companheiro de equipe (e um dos poucos amigos que tinha na F-1) Gerhard Berger, que impediu a aproximação dos rivais.

   Pela ajuda, Senna presenteou Berger com a vitória no Japão e deu início à festa de seu terceiro título mundial. Uma nova celebração esteve muito próxima de acontecer em 2008, quando Felipe Massa perdeu o título para Lewis Hamilton. Mas nem o desempenho apático dos brasileiros na Fórmula 1 parece diminuir a esperança dos torcedores, que esperam sorrir novamente nas manhãs de domingo como nos tempos de Senna.



 Ayrton Senna do Brasil!

   Hoje, o Instituto Ayrton Senna está fazendo uma homenagem muito bonita a esse homem que encheu de orgulho a nação brasileira e que se foi cedo demais. Na campanha do Instituto, você pode fazer doações, contribuindo para a educação de centenas de crianças e ganhando uma camiseta comemorativa ou não precisa doar nada, mas pode participar de várias formas da homenagem.



   Uma delas é fazendo perguntas sobre Ayrton Senna que o piloto Lewis Hamiltton pode responder! É sério mesmo! Você manda as perguntas para o Instituto e as cinco melhores serão respondidas por um dos pilotos mais famosos da atualidade. Confira como participar no site: http://sennatri.com.br/inesquecivel/







Fontes: www.quatrorodas.abril.com.br
            www.blog.groupon.com.br
            www.sennatri.com.br/inesquecivel/ Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Indústria Automobilística


   Foi em novembro de 1891 que o primeiro carro motorizado chegou em solo brasileiro. A bordo do navio Portugal, que aportou na cidade de Santos, um único exemplar de um Peugeot, comprado por 1.200 francos. O proprietário era um rapaz de dezoito anos chamado Alberto Santos Dumont - o futuro Pai da Aviação -, que acabava de retornar da França com a família. Dumont já demonstrava que era um homem de visão. O automóvel se transformaria na maior mola propulsora da economia mundial. Se em 1891 existia somente um automóvel no Brasil, em 1904, 84 carros já eram registrados na Inspetoria de Veículos. Faziam fila na época figuras ilustres da sociedade paulista: Antonio Prado Júnior, Ermelindo Matarazzo, Ramos de Azevedo, José Martinelli e muitos outros. De olho nesse mercado, a empresa Ford decide em 1919 trazer a empresa ao Brasil. O próprio Henry Ford sentencia: "O automóvel está destinado a fazer do Brasil uma grande nação". A primeira linha de montagem e o escritório da empresa foram montados na rua Florêncio de Abreu, centro da cidade de São Paulo.

   Em 1925, foi a vez da General Motors do Brazil abrir sua fábrica no bairro paulistano do Ipiranga. Meses depois já circulava o primeiro Chevrolet. Dois anos depois, a companhia inicia a construção da fábrica de São Caetano do Sul. Nessas alturas, o som das buzinas e o barulho peculiar dos motores já fazem parte do cotidiano do paulista. Estradas são construídas em todo o Estado de São Paulo. O reflexo dessas iniciativas no aumento da frota de veículos é surpreendente: entre 1920 e 1939, só no Estado de São Paulo, o número de carros de passeio salta de 5.596 para 43.657 e o de caminhões vai de 222 para 25.858. Entra o ano de 1940, tem início a Segunda Guerra Mundial. As importações são prejudicadas e a frota de veículos no Brasil vai ficando ultrapassada. As fábricas só montavam seus automóveis aqui e não produziam suas peças. Era preciso desenvolver o parque automotivo brasileiro. O então presidente da República, Getúlio Vargas, proíbe a importação de veículos montados e cria obstáculos à importação de peças.


   Foi Juscelino Kubitschek, presidente empossado em 31 de janeiro de 1956, que deu o impulso necessário à implantação definitiva da indústria automotiva, ao criar o Geia - Grupo Executivo da Indústria Automobilística. Em 28/9/1956, foi inaugurada, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a primeira fábrica de caminhões com motor nacional da Mercedes-Benz. Juscelino Kubitscheck compareceu à cerimônia. O Brasil chega ao final de 1960, com uma população de 65.755.000 habitantes e um total de 321.150 veículos produzidos desde o início da implantação do parque industrial automotivo. Mais de 90% das indústrias de autopeças foram instaladas na Grande São Paulo. E foi no Estado de São Paulo que ficou instalado o maior parque industrial da América Latina, dando um importante impulso para o rápido crescimento econômico paulista. A revolução automotiva da década de 1950 trouxe ao Estado paulista tecnologia de ponta, empregos, desenvolvimento industrial e uma nova relação de capital-trabalho, com o crescimento e fortalecimento dos sindicatos de classes. Hoje, o Estado produz mais de um milhão de veículos por ano.


Fonte: www.saopaulo.sp.gov.br

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Finanças: quanto custa manter um carro?

* Por Reinaldo Domingos
   Hoje com a facilidade de aquisição por meio de financiamentos alongados, chegando até 84 meses (sete anos), o que fica registrado na cabeça do jovem é que o custo do veiculo será somente a prestação mensal. Aí é que mora o perigo. Tem que prever o custo de manutenção mensal deste, que muitas vezes será maior do que o valor da prestação.

    Se colocarmos no papel gastos como combustível, seguro, IPVA, DPVAT, manutenção, depreciação, estacionamentos, lavagem e eventuais multas; ao fim do mês, veremos que ele será responsável por grande parte dos custos de nosso orçamento. Para se ter uma idéia, um carro popular de 25.000 reais terá um impacto mensal médio de 875 reais nas contas de seu proprietário.

   Por isso a decisão de adquirir um carro próprio deve ser muito bem pensada, avaliando os prós e os contras e observando sempre se realmente se têm condições de arcar com esses custos. Na maioria das vezes a pessoa pode esperar um pouco mais antes de adquirir, formando uma boa reserva de dinheiro, que será fundamental no futuro de sua saúde financeira. A opção de adquirir um segundo veiculo deve ser também pensada, no caso de não ser extremamente necessária, deverá ser descartada.

   O proprietário de um veículo deve ter em mente que é fundamental evitar o uso do mesmo desnecessariamente, uma boa alternativa é revezar caronas ou mesmo utilizar o transporte público quando possível, além de economizar, você estará colaborando com o meio ambiente.

   Caso o veiculo seja totalmente indispensável, algumas ações podem ser tomadas visando economizar seu dinheiro. O principal item é o combustível (que representa o maior custo de um veículo). Você deve desconfiar de preços muito baixos do combustível vendido. Nesses casos, você deverá pesquisar os postos credenciados e regularizados e que tenham testes de sua autenticidade, porém não se acomode com o posto escolhido, visto que poderá existir outros postos com a mesma qualidade e melhor preço, pesquise mensalmente este item de custo. Uma outra opção que tem sido muito praticada é a transformação do veículo para combustíveis alternativos como o GNV e o álcool.

   Antes de sair com seu veículo da concessionária ou agência, faça o seguro. Não se esquecendo de pesquisar entre as seguradoras, visto que existe uma grande flutuação de preços junto às mesmas, devido ao sinistro de cada uma delas. Também uma opção que vem crescendo no mercado de seguros são as empresas de proteção do veículo via satélite, que em alguns casos o investimento poderá ser a opção mais em conta.

   Enfim, é muito bom ter um veículo, nos trás muita comodidade, entretanto é muito melhor termos o domínio de nosso dinheiro, sabendo que com ele você poderá realizar todos os seus sonhos. Basta que você saiba utilizar seu ganho, focando e materializando seus sonhos antes mesmo de gastar seu dinheiro, o sucesso financeiro deve-se principalmente pelo respeito que é dado a cada centavo que ganhamos, portanto, comece hoje a valorizar e traçar tudo aquilo que você deseja obter em sua vida.

* Reinaldo Domingos é educador financeiro, autor do livro Livre-se das Dívidas (Editora DSOP) e presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira.

Fonte: consumidormoderno.uol.com.br

Vamos aos cálculos

Tomarei como base o veículo Gol G4 0km modelo popular, no valor de R$26.450,00, segundo site da montadora em Ago/2011. Veja quanto custaria este automóvel se você o comprasse hoje:

Seguro (5% do valor do carro)

 

R$1.322,50 por ano ou R$110,21 por mês


IPVA (4% do valor do carro)

 

R$1.058,00 por ano ou R$88,17 por mês

Seguro obrigatório (DPVAT)

 

R$96,63 por ano ou R$8,05 por mês

Taxa do serviço de lacração (DETRAN-SP)

 

R$67,18 por ano ou R$5,60 por mês

Taxa de registro de veículo 0km (DETRAN-SP)

 

R$193,70 por ano ou R$16,14 por mês



Combustível

   Esse item pode variar muito, dependendo do uso do automóvel, do perfil do dono e do estado onde reside, mas tomaremos como base que o veículo circulará, em média, 1.000 km por mês, ou aproximadamente 33 km por dia.
   Supondo o custo do litro de etanol a R$1,50, e que o veículo em questão faz, em média, 9 km/l, então, o gasto mensal com combustível será algo como R$170,00, ou R$2.040,00 por ano.


Estacionamento

   Cada vez mais, viver nas grandes cidades tem se tornado algo complicado. Quando o quesito é estacionar o carro em vias públicas, isso se torna algo ainda mais complicado. Por isso, a despesa com estacionamento vem se tornando cada vez mais um item adicional no orçamento de muitos donos de carros.
   Vamos supor alguém que possui garagem em casa, mas que paga uma mensalidade de estacionamento de R$150,00 no local de trabalho, ou seja, seu gasto anual será de R$1.800.

Primeira revisão e manutenção

   O gasto com a primeira revisão é imperativo, pois se corre o risco de perder a garantia caso a revisão não seja feita numa concessionária autorizada. Sendo assim, estimamos seu valor em R$250.
Possivelmente o valor será maior, mas aqui cabe ao consumidor exigir um desconto, pois essa prática vem se tornando cada vez mais comum, e as concessionárias, sabendo disso, costumam oferecer valores reduzidos.
   Também é bom ficar de olho nos itens que serão trocados na revisão. Exclua itens que achar desnecessários. Lembre-se que seu carro é novinho. Não caia nessa armadilha!
   Como o carro é 0 km, o custo com manutenção será zero no primeiro ano, pois não será necessário trocar o óleo (item da revisão) ou os pneus. Mas não deixe de levar isso em consideração para os próximos anos que pretender ficar com o carro.


Depreciação e custo de oportunidade 

   É sabido que ao sair da concessionária o carro é desvalorizado em cerca de 15% a 20% no primeiro ano, porém, uma boa estimativa de depreciação anual é de cerca de 10%. Além disso, existe o custo de oportunidade, que é quanto seu dinheiro renderia caso a mesma quantia fosse aplicada em algum tipo de investimento. Um bom parâmetro de cálculo é a poupança, que apresenta cerca de 6% ao ano de rendimento real.
   Com base nesses valores, a depreciação será de R$2.645,00 ao ano, ou R$220,42 ao mês. Já o custo de oportunidade será de R$1.587,00 ao ano, ou R$132,25 ao mês.


Nota: O valor da depreciação não sairá efetivamente de seu bolso enquanto estiver com o carro, mas, ao trocar de veículo, você sentirá na pele esse valor, pois terá de dispor dele para a compra de um novo carro, se desejar manter o mesmo padrão.



Resumo : Qual o custo total?


Fonte: professordinheiro.com Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Computadores de Bordo


O computador de bordo é um instrumento bastante conhecido de nome, mas dificilmente alguém sabe qual a função de um desses dentro do veículo. Se você completa o time daqueles que não fazem idéia de por que existe um computador no carro, pode esclarecer algumas das suas dúvidas sobre o tema nessa matéria super interessante.
Com o avanço da tecnologia, se torna importante que a gente saiba para que existe essa enxurrada de equipamentos, pois não adianta de nada ter um carro super equipado, se nem sabemos para que servem esses equipamentos. Esteja esperto por que o mercado de computadores de bordo está crescendo bastante e logo será bem mais fácil ver um desses nos veículos por aí.
Uma coisa que parece meio enfeite de carro de super herói e que pode estar num carro na sua garagem daqui a alguns anos então veja com atenção a matéria.

Quais as funções dos computadores nos carros?

Todos os carros fabricados hoje têm pelo menos um computador responsável por monitorar as emissões do motor e fazer os ajustes para mantê-las nos níveis mais baixos possíveis. O computador recebe informações de muitos sensores diferentes, incluindo:
  • sensor de oxigênio
  • sensor de pressão do ar
  • sensor de temperatura do ar
  • sensor de temperatura do motor
  • sensor de posição do acelerador
  • sensor de detonação  
Utilizando as informações destes sensores, o computador pode controlar coisas como injetores de combustível, velas e o ajuste da marcha - lenta para obter o melhor desempenho possível do motor, ao mesmo tempo em que mantém as emissões em níveis baixos. O computador também pode detectar quando algo está errado e informar o motorista através da luz com a inscrição "Check engine" (Verifique o motor) no painel. Um mecânico pode fazer a leitura do código de diagnóstico do computador e corrigir o problema.
Dependendo da sofisticação do carro, existem diferentes tipos de computadores. Por exemplo:
  • provavelmente existe um computador controlando a caixa automática;
  • se o carro possui freios antitravamento, existe um computador fazendo a leitura da rotação das rodas e controlando os freios;
  • muitos sistemas de airbag possuem seus próprios computadores;
  • um carro com sistema de abertura sem chave ou de segurança possui um computador para tais sistemas;
  • sistemas avançados de controle de clima normalmente possuem computadores;
  • atualmente, alguns carros possuem bancos e espelhos motorizados com memorização de ajuste para vários motoristas;
  • qualquer rádio ou CD - player com mostrador digital contém o seu próprio computador;
  • sistemas de controle automático de velocidade utilizam computadores.
Em outras palavras, um carro de luxo moderno é uma rede de computadores sobre rodas. É incrível a quantidade de controladores embutidos que um carro pode ter.
Então, o que é aquela história sobre se os carros dariam partida ou não em 1º de janeiro de 2000, devido ao chamado "Bug do Milênio"? Nada. Os computadores dos carros não têm idéia de que dia é hoje porque isso é irrelevante para os seus cálculos. Se você retirar a bateria do carro para substituí-la ou simplesmente desconectá-la, todos os computadores ficam sem energia. O seu aparelho de som, por exemplo, pode esquecer as suas estações pré-definidas.

Fonte: www.hsw.uol.com.br Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Os 10 carros mais vendidos no Brasil 2011

   Confira a lista com os 10 carros mais vendidos (automóveis e comerciais leves) no Brasil em 2011. São eles: Gol, Uno, Celta, Fox Strada, Corsa Sedan, Palio, Voyage, Sandero e Fiesta.

   Os números são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) e leva em conta o total de veículos emplacados no Brasil até o mês de agosto de 2011.


                          Abaixo a lista com os carros mais vendidos:

01 VW Gol 198.329 (2011) – 27.203 (Ago/11)
Volkswagen Gol ou simplesmente Gol, é um automóvel da fabricante Volkswagen desenhado no Brasil
   Lançado em 1980,é considerado um dos maiores sucessos da Volkswagen do Brasil de todos os tempos. É também o primeiro e único carro brasileiro a ultrapassar a marca de 5 milhões de unidades produzidas até hoje, tornando-se, em fevereiro de 2009, o primeiro e único a superar o Fusca em vendas.
       
   Pioneiro a tornar-se modelo de entrada da marca Volkswagen em mercados internacionais, e é o modelo mais exportado da história do Brasil, com 735 mil unidades embarcadas para mais de 50 países




02 Fiat Uno 183.257 (2011) – 24.947 (Ago/11)

   O Fiat Uno é um automóvel de muito sucesso fabricado no pela montadora italiana FIAT,

Começou a ser vendido por aqui em 1984, inicialmente para substituir o 147. Apesar do projeto relativamente moderno que o 147 tinha para a época, com uma carroceria compacta, motor transversal e bom espaço interno, era preciso responder ao VW Gol, que já estava começando a embalar em vendas após um início difícil que teve. Assim, o 147 ficaria em linha apenas para bater de frente com o Fusca na disputa de carro mais barato do país..







03 GM Celta 96.695 (2011) – 12.554 (Ago/11)
Celta (ou Suzuki Fun como é conhecido na Argentina) é um carro popular categoria 1.0L (um ponto zero) da Chevrolet produzido no Brasil. Concorrente direto de outros carros populares como o Uno da Fiat,do Gol da Volkswagen e do Ka da Ford. O celta é um hatchback e no final de 2005 e início de 2006 foi lançada a versão sedan do carro, chamada Prisma







04 Corsa Sedan 83.959 (2011) – 11.184 (Ago/11)

O Chevrolet Corsa é um modelo de automóvel da Chevrolet na América Latina e em alguns países da Ásia. Também é comercializado em algum países com os nomes de Chevrolet Sail e Chevrolet Barina.

Na Europa o mercado é ocupado pelos modelos produzidos sob as marcas Vauxhall (na Grã-Bretanha) e Opel (na Alemanha e na Espanha).







05 Fiat Strada 81.210 (2011) – 11.237 (Ago/11)

O Fiat Strada é um automóvel fabricado pela Fiat. É a versão pick-up do Palio. É produzido desde 1998, com cabines simples e estendida, atualmente nas versões Fire 1.4, Trekking 1.4, Trekking 1.8 e Adventure 1.8, todas com motorização Flex.









06 VW Fox/CrossFox 80.001 (2011) – 11.382 (Ago/11)
Volkswagen Fox é um automóvel fabricado pela Volkswagen e vendido para América Latina e Europa. Possui as variantes off-road CrossFox e a perua SpaceFox/Suran.







07 Fiat Palio 65.576 (2011) – 9.235 (Ago/11)
O Palio é um automóvel compacto produzido pela Fiat, tendo sido projetado para mercados emergentes como os da América Latina, África do Sul, Leste Europeu e alguns países asiáticos. Seu projeto foi iniciado em 1992, pelo Centro de Estilo da Fiat junto ao estúdio I.DE.A.
Foi apresentado à imprensa mundial em abril de 1996 nas versões de três e cinco portas. Foi o primeiro de uma linha de produtos que ainda conta a station Palio Weekend, lançada em março de 1997, o sedan Siena (Palio Sedan ou Albea em alguns mercados, este com pequenas alterações na traseira), apresentado em agosto de 1997 e a picape Strada, lançada em outubro de 1998.









08 VW Voyage 57.686 (2011) – 8.960 (Ago/11)

O Voyage é um sedan compacto da Volkswagen baseado no Gol. Foi lançado em 1981 e saiu de linha em 1995, já como modelo 1996, sendo substituído pelo Polo Classic somente em 1997. Eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 1982.

Em 12 de setembro de 2008 a Volkswagen anunciou o lançamento da segunda geração do Voyage








09 Ford Fiesta 56.403 (2011) – 7.034 (Ago/11)

O Ford Fiesta é um carro hatch de pequeno porte (supermini) fabricado pela Ford Motor Company no Brasil, Argentina, México, Venezuela, China, Índia, África do Sul e na Europa. O modelo é vendido mundialmente, incluindo Japão e Oceania, e foi vendido brevemente na América do Norte. Em 2010, em sua sexta geração (Mark VI), o Fiesta foi introduzido mundialmente, incluindo Brasil, Canadá e Estados Unidos — com isso o primeiro Fiesta a ser vendido na América do Norte desde 1980. Desde 1976, seu lançamento, vendeu 20 milhões de unidades. No Brasil recebeu uma pequena face-lift no começo de 2007. Deu origem à picape Ford Courier, em 1997. Forneceu sua plataforma para o Ford Ka (na geração MK4 do Fiesta), lançado no Brasil também em 1997.








10 Renault Sandero 49.762 (2011) – 8.693 (Ago/11)

O Sandero é um modelo desenvolvido pela Renault e sua subsidiária romena Dácia, visando especialmente os mercados em desenvolvimento do Leste Europeu e Latino-americano. O carro baseia-se na plataforma B90, a mesma utilizada pelo Clio III europeu e Renault Logan, e apesar de ser um hatchback, está posicionado em um segmento de mercado (e de preço) acima do Logan, modelo do qual deriva.

O Sandero brasileiro foi reestilizado em 2011, recebendo uma frente inspirada no Clio III europeu. A versão Stepway também foi reestilizada. A traseira recebeu leves modificações e ganhou letras ao estilo do Fluence. O interior recebeu acabamentos melhores e o modelo ganhou a opção de câmbio automático de quatro marchas. O modelo deverá inspirar uma futura reestilização no Sandero europeu.

 






Informações sobre os automóveis :-Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fotos:-Google
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Steve Jobs - Uma mente brilhante







“Artistas de verdade entregam”, dita por Steve Jobs num encontro da equipe responsável pelo Macintosh em 1983, quando percebeu que o projeto estava atrasado e não seria terminado nem no ano seguinte.
“Mantenha-se sempre faminto e ignorante”
“As pessoas não sabem o que querem, até que você mostre a elas.”




Steve Jobs

    Steven Paul Jobs (1955 - 2011) foi um empresário e inventor americano, fundador e ex-presidente da empresa Apple, de eletrônicos e do estúdio de animação Pixar, e é considerado um dos maiores visionários dos últimos tempos.

    No final da década de 1970, Jobs, em conjunto com Steve Wozniak e Mike Markkula, entre outros, desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II. No começo da década de 1980, ele estava entre os primeiros a perceber o potencial comercial da interface gráfica de usuário guiada pelo mouse, o que levou à criação doMacintosh.

    Em 1976, Steve Jobs fundou aquela que se tornou uma das mais valiosas e inovadoras empresas do mundo, a Apple Inc. Steve Jobs é o pai de produtos revolucionários como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad, que mudaram para sempre o mundo da tecnologia.


    Steve Jobs nasceu em San Francisco, seus pais lhe deram para adoção, pois não tinham condições de criá-lo. Com apenas 17 anos, Steve Jobs entrou na Universidade Reed College em Portland, Oregon e, depois de 6 meses, acabou abandonando, pois os custos eram muito altos e ele não tinha condições de pagar.

    Steve Jobs foi o responsável por transformar a Apple na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, e ele foi também um dos maiores defensores da popularização da tecnologia, e não apenas para as pessoas com maior poder aquisitivo.

    Em 1984, Steve Jobs demitiu-se da Apple e fundou a NeXT, uma empresa de desenvolvimento de softwares, que eram direcionadas aos mercados de educação superior e administração. Porém, 12 anos depois, a Apple comprou a NeXT, e Jobs voltou a sua antiga empresa. Steve Jobs permaneceu na Apple, como CEO, até agosto de 2011, como CEO, inclusive reergueu a empresa de uma crise financeira, porém, devido ao estágio avançado de sua doença, achou melhor renunciar.

    Além da Apple, sua carreira como empreendedor também não parou por aí, Steve Jobs também foi um dos fundadores da Pixar Animation Studios, empresa que criou alguns dos mais bem sucedidos filmes de animação de todos os tempos, incluindo Toy Story, Monsters Inc, Finding Nemo, Os Incríveis, Cars e Ratatouille. Em 2006 a Pixar foi comprada pela Walt Disney Company.

    Em 2003 é criada e apresentada a loja de música do iTunes. Foi também este o ano em que foi diagnosticado o cancro do pâncreas a Steve Jobs. Dois anos depois a Apple anuncia a transição para processadores Intel. É neste ano que Steve Jobs faz o seu famoso discurso na Universidade de Stanford.



O Futuro da Apple após Steve Jobs

    Steve Jobs, tantas vezes confundido com a própria marca, é hoje um ícone no mundo da tecnologia. Visionário, irreverente e com uma personalidade vincada, por vezes arrogante no trato com os seus concorrentes, deixou um legado ao mundo e, principalmente, deixou uma empresa que detém actualmente o poder de criar tendências e alterar estratégias no mercado tecnológico.

    A sua retirada motivada pela doença, nesta fase da vida da Apple, foi uma estratégia programada e com um timming perfeito, isto porque os títulos da marca de Cupertino são um barómetro da saúde da empresa e estes são sensíveis a alterações estratégicas numa empresa talhada pelo punho do seu fundador.

    As linhas de orientação estão lançadas, a cada nova etapa a Apple aumenta a pressão no meio tecnológico e o poder financeiro hoje conseguido garantiu uma sustentabilidade da marca, apoios consideráveis no desenvolvimento de tecnologia e serviços anexos.

   O futuro sem o mítico CEO da Apple, agora com Tim Cook no leme, será fechado para dentro do seu Karma mas aberto às inovações que a marca faz questão de lançar. Os investidores e clientes sabem que a maçã mecânica está prestes a dar mais um passo de gigante ao rodear o mercado dos dispositivos móveis com uma oferta audaz. Esta oferta, seguindo uma estratégia ponderada, está a mudar hábitos e a direccionar as necessidades dos utilizadores para os produtos Apple que têm a vantagem de se adaptarem ao utilizador e não exigindo que o utilizador se adapte aos produtos.

                   Carta de SteveJobs

                                                


 Aos Directores do Conselho de Administração da Apple e a toda a Comunidade Apple:

  Sempre disse que no dia em que não conseguisse cumprir com os meus deveres e responder às expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a dar-vos conhecimento disso. Infelizmente esse dia chegou.

  Deste modo, renuncio ao cargo de CEO da Apple. Contudo, gostaria de continuar a servir a Apple como Director do Conselho de Administração e empregado da Apple, se assim aceitarem.

  Em relação ao meu sucessor, recomendo fortemente que ponham em marcha o nosso plano de sucessão e indiquem Tim Cook como CEO da Apple. Acredito que os dias mais criativos e brilhantes da Apple ainda estão para vir.

  Estou ansioso por ver isso acontecer e para contribuir para novos sucessos, mas desempenhando agora um novo cargo na Apple. Nesta empresa fiz alguns dos meus melhores amigos de toda a vida e agradeço a todos pelos anos que trabalhei convosco.

Steve


CÂNCER

  Submeteu-se em 2004 a uma operação de câncer de pâncreas, mas voltou três anos mais tarde cm o iPhone e sua popular tela de touch.
  A Walt Disney Co. comprou a Pixar por 7,4 bilhões de dólares em 2006, deu a Jobs um lugar em sua direção e o converteu no maior acionista unitário do gigante do entretenimento.
Jobs saiu novamente de licença médica em janeiro de 2009, mas voltou ao trabalho em junho desse mesmo ano, depois de submeter-se a um transplante de fígado. Seu aspecto físico sofreu profundas alterações, mas ele insistia em declarar-se saudável.
  Em janeiro de 2010, revelou sua última criação, o iPad, que fixou os padrões dos tablets.
Sob sua direção, a Apple tornou seus sistemas Macintosh mais compatíveis com os programas para PC do Windows e aumentou sua porção em um mercado amplamente dominado por computadores com software da Microsoft.


  O cofundador da Apple, Steve Jobs, morreu "tranquilamente" ao lado de seus familiares nesta quarta-feira, informou a família em nota à imprensa.
Veja a íntegra do comunicado:

"Em sua vida pública, Steve foi conhecido como um visionário; em sua vida privada, ele cultivou sua família. Estamos agradecidos às pessoas que compartilharam seus anseios e orações durante o último ano da doença de Steve; um site será criado para aqueles que desejam fazer homenagens. Agradecemos o apoio e a gentileza daqueles que compartilham nossos sentimentos por Steve. Sabemos que muitos de vocês estarão em luto conosco e pedimos que respeitem nossa privacidade neste momento de dor."



E-mail CHAVEIROTECH
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O Volkswagen Fusca


  Um dos carros mais vendidos da história da indústria automobilística.
  O Fusca, o Volkswagen (carro do povo, em alemão) é o modelo de carro mais popular de todos os tempos. Foi projetado por Ferdinand Porsche e imediatamente aprovado por Adolf Hitler, que utilizou variações do modelo para fins militares, inclusive durante a II Guerra Mundial.



  O Fusca é chamado em inglês de beetle ou besouro, tanto que a nova geração é conhecida como New Beetle. Em Portugal, o Beetle foi apelidado de "Carocha".


 
  O primeiro Volkswagen brasileiro foi lançado em 1949, obedecendo, com poucas modificações, ao projeto de Ferdinand Porsche, lançado na Alemanha vinte anos antes.
  A partir de 1950, o Fusca começou a ser vendido no Brasil. Chegando pelo porto de Santos, as trinta primeiras unidades foram logo vendidas (a família Matarazzo foi uma das primeiras a comprar). O carro vinha desmontado da Alemanha (ou em kits "CKD", "Completely Knocked Down"), e curiosamente não era montado pela Volkswagen, que ainda não havia se instalado no Brasil. A empresa responsável pela montagem era a Brasmotor (mesmo grupo dono da Brastemp, por exemplo). O modelo importado era o conhecido "Split Window", com vidro traseiro dividido em dois, modelo Export (havia o Standard, mais simples, nunca trazido para o Brasil).



  Em 1953 o Fusca deixou de ser montado pela Brasmotor e a Volkswagen assumiu a montagem do carro no Brasil, com peças vindas da Alemanha. O modelo produzido já era o que tinha janela traseira única, oval. Em 1959 o Fusca passou a ser oficialmente produzido no país, embora parte das suas peças ainda fosse importada. A janela traseira aumentou de tamanho e passou a ser retangular neste modelo.






  Em 1963 ganhou novo descanso de braço, lavador de para-brisas pneumático e janelas traseiras basculantes, além de amortecedor de direção.


  Em 1973 foi abandonado o modelo de farol de perfil abaulado, sendo adotado o farol de perfil reto, que durou até o fim da linha. As fendas de ventilação do capô traseiro deixaram de ser cinco de cada lado, e passaram a ser dois grupos com oito e seis fendas de cada lado do capô.



  Em 1981 foi lançado o Fusca 1300 com motor a álcool.



  Em 1983, a empresa resolveu rebatizar o modelo no Brasil, adotando finalmente o nome que se tornara popular, Fusca. Até então o automóvel era oficialmente denominado "VW Sedan" nos registros dos Detrans. A lanterna modelo Fafá passou a ser padrão para este modelo único, fabricado somente com o motor 1300.


  Em 1986 a Volkswagen desistiu de fabricá-lo alegando que era um modelo muito obsoleto, apesar de ser ainda um dos doze carros mais vendidos daquela época. Um dos motivos era a necessidade de abrir espaço em linha de montagem da fábrica de São Bernardo do Campo para o Santana e para o VW Fox, a ser exportado para os EUA
  Em 1993, por sugestão do então presidente Itamar Franco a empresa voltou a fabricar o modelo. Itamar queria a fabricação de carros populares e sugeriu que o Brasil precisava de um carro como o Fusca. 











  Em 1994 a Volkswagen realizou um estudo de design em sua filial americana. O estudo se propunha a atualizar o Fusca com tecnologias e tendências modernas. O resultado foi um protótipo chamado "Concept 1", baseado na plataforma do VW Polo com um motor Diesel híbrido. Apresentado no salão de Detroit, o conceito fez tanto sucesso que a Volkswagen decidiu produzi-lo em série quatro anos depois, em 1998.





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