Toyota Corolla completa 45 anos

Conheça a história do modelo.

 


O Toyota Corolla comemora seu 45º aniversário neste mês. Ao longo deste período, o Corolla tornou-se um dos carros mais populares do mundo. Comercializado em cerca de 150 países, o Corolla, desde seu lançamento em novembro de 1966 até 2010, já vendeu mais de 35 milhões de unidades, sendo reconhecido como o carro global mais vendido da indústria automotiva mundial. 


No mercado brasileiro, o Corolla chegou em 1994 em sua sétima geração e começou a ser fabricado em 1998, na fábrica da Toyota em Indaiatuba, em São Paulo.O desenvolvimento do Corolla começou quando o Japão realizou investimentos em infra-estrutura em decorrência dos Jogos Olímpicos de 1964. 


Desde pequenas ruas até rodovias de alta rodagem foram construídas, aumentando as possibilidades de deslocamento. O automóvel começou a ter grande relevância e a Toyota aproveitou o momento para inserir o Corolla.Para o Corolla, a Toyota construiu uma fábrica somente para a produção desse primeiro modelo, a Fábrica de Takaoka, na cidade de Toyota, no Japão. Atualmente, esta planta conta com 1,1 milhão de m² e capacidade para 600 mil carros por ano.


Neste primeiro modelo da década de 60, quando os carros no Japão eram equipados com motores 1.0L, a Toyota desenvolveu um motor de 1.1L que fez sucesso no mercado local. Logo após o início das vendas, 15 Corolla foram exportados para a Austrália e, no ano seguinte, o número subiu para 15 mil unidades.

Em 1968, teve início as exportações para os Estados Unidos e, um ano depois, mais de 100 mil Corolla já corriam pelo mundo. Em 1970, quatro anos após seu lançamento, a primeira geração do Corolla já havia se tornado o carro mais exportado do mundo.

Origem do nome

O nome Corolla foi definido após intensa pesquisa da equipe de desenvolvimento com o objetivo de criar uma marca visando o mercado internacional. Uma série de dicionários em inglês, italiano, francês e livros da antologia japonesa foram consultados até se chegar na palavra em latim Corolla, que significa “coroa de flores”.

As Gerações do Corolla

1ª Geração – 1966 a 1970
O Corolla foi lançado com o slogan: “Ser o carro mais procurado pelo mercado global, apresentando ao mundo a essência da tecnologia da Toyota”. Segundo a marca, o Corolla, já na primeira geração, introduziu novos recursos e equipamentos comparáveis aos encontrados em modelos mais sofisticados. Como resultado, o Corolla conquistou o público e alcançou um sólido primeiro lugar em vendas no mercado interno, apenas três anos após seu lançamento.



2ª Geração 1970 a 1974
A infra-estrutura rodoviária no Japão estava em franco desenvolvimento no período e, em 1969, a estrada que liga Tóquio ao sul do país foi inaugurada, com aproximadamente 500 km. O desafio do segundo Corolla foi cobrir toda a distância dessa rodovia sem reabastecer. Assim, foi idealizado o inédito tanque de 45 litros para a segunda geração Corolla.




 3ª Geração 1974 a 1979
A terceira geração Corolla foi introduzida com características de segurança e conforto equivalente aos carros considerados luxuosos e, ao mesmo tempo, mantendo o aspecto de carro de família. Com elevado nível de eficiência de consumo de combustível, esse modelo se adequou às normas de emissão de gases poluentes, que havia se tornado um problema social em escala global no período. Assim, essa geração fez o mundo reconhecer seu alto nível técnico. Neste período, as exportações atingiram a marca de 300 mil unidades/ano.



4ª Geração 1979 a 1983
Para ser um verdadeiro concorrente internacional, a quarta geração Corolla passou por testes rigorosos. Protótipos de veículos foram enviados pelo mundo, onde ocorreram testes de compatibilidade local. Por exemplo, testes de cruzeiro de alta velocidade foram rodados na Autobahn, da Alemanha. Desempenho aerodinâmico e de conforto foram realizados em estradas de tijolos da Bélgica. Testes de resistência térmica ocorreram no deserto, em pleno verão dos EUA e testes em baixas temperaturas no Canadá.



                                                               5ª Geração 1983 a 1987
A quinta geração foi marcada pelo intenso investimento em pesquisas de segurança. A carroceria do Corolla deveria absorver a energia do impacto e proteger os passageiros em caso de colisão do veículo. O número de protótipos para desenvolver a quinta geração foi de 600 unidades. Desses, aproximadamente 100 foram usados especificamente em testes de colisão. Além disso, os computadores também foram utilizados para analisar os resultados dos testes.




6ª Geração 1987 a 1991
Para a sexta geração Corolla foram feitos esforços para a redução de ruídos sentidos no interior do carro e provocados, por exemplo, pelo motor, pela rodagem na estrada e pelo vento. Na época, esse era um campo desconhecido e foi desenvolvido uma tecnologia computadorizada para analisar e identificar padrões de som. Usando esse sistema, era possível reconhecer a fonte de oito tipos de sons simultaneamente. Com base nos resultados das análises, conseguiu-se reduzir a vibração de componentes e até mudar o tom de ruídos, criando ambiente confortável no interior.




7ª Geração 1994 a 1997
Desenvolvimento da sétima geração Corolla sofreu transformações importantes para levar o carro a uma nova dimensão. A Toyota se baseou principalmente em três pontos cruciais: Design externo e interno para oferecer visual agradável para quem vê de fora e conforto os passageiros; desempenho para ter a performance de um veículo robusto e; segurança para manter a confiança dos clientes com o Corolla. Esta foi a primeira geração do Corolla comercializado no Brasil, ainda em regime de importação.




8ª Geração 1997 a 2002
A oitava geração Corolla foi um marco no Brasil. Foi o primeiro Corolla a ser fabricado no país, a partir de 1999, na fábrica de Indaiatuba (SP). O alto índice de eficiência no consumo de combustível e uma carroceria rígida e aperfeiçoada seguindo os padrões de segurança foram alcançados através da redução de peso significativa do carro. Outro detalhe foi a atenção dada aos materiais recicláveis introduzidos na fabricação do carro e a diminuição na emissão de gases poluentes.



9ª Geração 2002 a 2008
Pela primeira vez na história da Toyota, o Corolla teve seu design exterior redesenhado seguindo linhas europeias. Para o Brasil, foi desenvolvido o motor Flex, um trabalho em conjunto das engenharias da Toyota do Brasil e do Japão. Foi a primeira vez que a Toyota Motor Corporation desenvolveu a tecnologia bicombustível e, no caso, exclusivamente voltada ao mercado brasileiro.






10ª Geração A partir de 2008
A décima geração Corolla foi desenvolvida com design mais moderno, esportivo e sofisticado, com novos equipamentos de série, acabamento interno aprimorado e nova família de motores e transmissões para as versões XLi e GLi 1.8L 16V Flex, além dos modelos XEi e Altis, com câmbio automático e motor de 2.0L 16V Flex.


  



Fonte e fotos:
carplace.virgula.uol.com.br


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Envelopamento de veículos

Envelopamento de veículos:

A “moda” do envelopamento se tornou uma prática bastante comum entre alguns motoristas. Carros pequenos, maiores e até motos podem ser vistos pelas ruas com uma cor diferente das tradicionais [...]


A “moda” do envelopamento  se tornou uma prática  comum entre alguns motoristas. Carros pequenos, maiores e até motos podem ser vistos pelas ruas com uma cor diferente das tradicionais, chamando à atenção. Inicialmente, a cor adotada para este tipo de acessório era o preto que, aliás, é também uma das preferidas para carros e motos  no Brasil. No entanto, agora o envelopamento ganhou tanta força que outras cores como o azul, branco, verde  foram adotadas, deixando os veículos com muito mais estilo.
O envelopamento de veículos surgiu nos Estados Unidos, que possui mais espaço para esse processo do que no Brasil. Aqui, o número ainda é considerado pequeno, visto que alguns tipos de adesivamento são proibidos pelo DETRAN. Contudo, é possível colocar este “adereço” no veículo de forma legal, sem maiores complicações. No final, o seu carro ficará com uma aparência agradabilíssima! Veja como é simples o procedimento burocrático.



Procedimento burocrático

O motorista que deseja modificar o visual do seu carro deverá fazer um registro de mudança de cor no Departamento Estadual de Trânsito. A documentação de  autorização, conhecida como Certificado de Registro e Licenciamento de veículo, é uma guia da alteração de características do veículo. Logo após, o dono do veículo precisará desembolsar R$ 280,50, para que  as alterações possam ser realizadas com sucesso. Mas atenção: Caso este procedimento não seja feito, a multa para este tipo de infração é de R$ 127,69 e mais cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.


 





Vídeo de uma Ferrari sendo envelopada

Realizado. Basta que o dono do veículo conheça os procedimentos para agir de forma legal. Caso a pintura do carro esteja em bom estado, não será prejudicada após a retirada dos adesivos, mas, é aconselhável, verificar quando retirado. Sucessos no envelopamento!

Matéria: http://www.mundodastribos.com
Fotos: Google imagens




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Top 10: Os carros mais rápidos do mundo

Na maioria dos automóveis, o máximo que o marcador de velocidade alcança é 220 km/h. Mas, para estes carros que você verá a seguir, este é apenas o começo da jornada. Chegando a velocidades até maiores do que um Fórmula 1, os veículos esportivos têm o único objetivo de serem os mais velozes e potentes da categoria.

Curiosamente, alguns dos carros mais rápidos do mundo também estiveram na nossa lista de mais caros. O nosso top  10 reúne modelos tão variados que temos até um automóvel com quase 20 anos:

10º – Jaguar XJ220: 349 km/h

  Pelos anos, os carros se desvalorizam e perdem espaço no mercado rapidinho. Com o Jaguar a história é diferente. Desde 1992 este automóvel continua figurando na lista dos mais rápidos. Empatado em velocidade com a Ferrari Enzo, o Jaguar tem o motor tão potente quanto os veículos atuais: bi-turbo V6 e 542 cavalos. Seu preço continua alto, para ter um na garagem você terá que desembolsar $650,000.


9º – Ferrari Enzo: 349 km/h




 8º – Noble M600: 358 km/h

 O Noble foi criado simplesmente para ser rápido; o interior não tem muitos atrativos e seu design não é chamativo. As linhas são suaves e lembram o Porsche. Seu motor V8 bi-turbo Yamaha foi fabricado pela empresa inglesa Noble e a carroceria é em fibra de carbono. Ele não é um carro muito conhecido, por apresentar somente aquilo que interessa na nossa lista: velocidade. A dirigibilidade do Noble é contestável, os freios não são ABS e as rodas travam facilmente; o retrovisor, ao invés de ajudar, atrapalha o motorista.

 

7º – Gumpert Apollo: 360 km/h

Um alemão colocou na cabeça que iria produzir um carro veloz para as pistas e seguro para as rodovias. Depois de convencer a Audi, onde trabalhava no setor de marketing, Gumpert conseguiu apoio e cinco anos depois nascia o Gumpert Apollo, na mais nova fábrica de esportivos da Alemanha: a Gumpert Sportwagenmanufaktur GmbH. Com motor V8 de 4.2 litros, o Gumpert já competiu na 24 Horas de Nurburgring e, como não poderia deixar de ser, leva o motor de marca Audi.

6º – McLaren F1: 386,24 km/h

Não é só na Fórmula Um que a McLaren está na frente da Ferrari. A curiosidade é que, diferente do primo da F1, o esportivo tem motor BMW V12 (na F1 eles usam Mercedes) e chega à velocidade de 386,24km/h ao utilizar toda a força dos 627 cavalos. Gordon Murray, que era o projetista da McLaren das pistas, veio com a ideia de criar um esportivo para as ruas. Depois de passar pela aprovação de Ron Dennis, então chefe de equipe da McLaren, o esportivo foi lançado com aceleração de 0-60 em 3,2 segundos.

5º – Koenigsegg CCX: 394,29 km/h

O suíço CCX de motor V8 tem até mais cavalos que o Saleen: 806 cv, porém, na velocidade final o carro fica para trás. O esportivo tem duas versões: a americana e a europeia. A versão americana teve que ser modificada já que nos Estados Unidos, assim como no Brasil, o combustível tem octanagem diferente; houve a necessidade de mudanças também no design do esportivo, pois a lei americana não aceita veículos estrangeiros que estejam fora de suas normas.

4º – Saleen S7 Twin-Turbo: 399,12 km/h

  Já pensou em ter um carro totalmente feito à mão? O Saleen tem o precinho razoável de $555,000 e é um dos mais baratos da lista e mais potente. Seu motor é bi-turbo, totalmente em alumínio e com potência de 750 cavalos. Projetado pelo americano Steve Saleen, a produção do veículo é artesanal; quando você for encomendar o seu, pode até pedir para fazerem um banco na sua medida. Para equilibrar o peso do motorista, a fábrica decidiu colocar o assento mais para o lado central, melhorando também a visibilidade.

 

3º – SSC Ultimate Aero: 413,6 km/h

 Este foi o carro desenvolvido pela Shelby em 2006 para quebra de recorde. Ele atingiu a marca de 413,6 em 2007 e ficou por um tempo no topo até a Bugatti roubar o seu título. A aceleração do Ultimate Aero chega a 60km/h em 2,7 segundos, ou seja, é só colocar o pé no acelerador que logo você estará na marca de 120 km/h. Com motor turbo duplo, não é à toa que ele tem tanta potência. Os 1183 cavalos o elevaram ao posto de terceiro carro mais rápido do mundo.

 

2º – SSC Tuatara: 442 km/h

 A Shelby SuperCars vive em constante briga com a Bugatti para saber quem consegue produzir o carro mais veloz do mundo. Depois de perder território para o Veyron, a SSC foi para a prancheta e criou o SSC Tuatara. O automóvel ainda não foi lançado, mas a fábrica afirma que este será o mais novo recordista mundial de velocidade. Com 1350 cavalos, há a previsão de que ele alcance a velocidade de 442.475km/h! Como ainda está só na previsão, vamos deixá-lo no segundo lugar.


1º -Bugatti Veyron 16.4 Super Sport: 431,07 km/h 

Em primeiro lugar não poderia ser diferente. O Bugatti é a realização de tudo o que um superesportivo representa: velocidade e beleza. Testado na pista da Volskwagen, o Bugatti Veyron alcançou a marca recorde de 430 km/h, levando para casa a taça de carro mais rápido no livro dos recordes. Com 1200 cavalos, a fábrica decidiu colocar no mercado a versão 16.4 Super Sport com velocidade máxima mais baixa, de ‘apenas’ 415 km/h.

Impressionante a Jaguar continuar na lista depois de tanto tempo. E você, qual carro da nossa lista escolheria para ter? Vale a pena deixar de lado a beleza para ter um superesportivo ultra veloz? Deixe a sua opinião na nossa caixa de comentários!



Esse post foi escrito para o Blog da Rentcars - Aluguel de Carros. 
Fonte e fotos: http://www.rentcars.com.br/blog




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Conheça uma das motos mais rápidas e desejadas do mundo

Suzuki Hayabusa 2011

“O nome Hayabusa é a tradução japonesa para Falcão-peregrino, o pássaro que é capaz de velocidades superiores a 320km/h e é, também, o predador natural (talvez não por coincidência) do blackbird (nome atribuído a várias espécies de pássaros), em uma clara referência à CBR 1100XX Super Blackbird pois, quando foi lançada no mercado, em 1999, tomou o título de motocicleta mais rápida do mundo."




   Considerada um das motos mais rápidas e desejadas do mundo, a Suzuki Hayabusa GSX1300R ganhou hoje sua versão 2011, ela é equipada com um motor 1340 CC (cilindradas), DOCH 4 tempos, com refrigeração à liquido, com 16 válvulas e 194 CV de potência a 9.800 rpm, com o impressionante torque máximo de 15.4 kgfm a 10.200 rpm.


   A versão 2011 da Hayabusa traz novos e mais leves pistões em alumínio, a taxa de compressão também foi aumentada agora é de 12.5:1, isto graças a novos revestimentos das câmaras do motor, com nitreto de cromo “Physical Vapor Deposition” (PVD), ainda na parte técnica a Hayabusa  2011, traz nas paredes dos cilindros, Composite Electrochemical Material (SCEM), que melhora a transferência do calor, e a durabilidade do motor, extraindo o máximo de potência em qualquer condição. As válvulas são de titânio.

O desempenho impressionante, mais 300 km/h !

   A velocidade da Hayabusa GSX1300R é impressionante, a moto supera alguns dos carros mais rápido do mundo, como a Ferrari Califonia, Audi R8 e o Porsche 911 GT3 RS, essa máquina de duas rodas é capaz de chegar aos 305 km/h (189,6 mph), e só não vai além por que a velocidade máxima é limitada eletronicamente, já sem o limitador ela pode alcançar os 320 km/h.





Em aceleração quase um F1…

   Lançada em 1999, a Hayabusa tem o seu nome derivado de um falcão japoneses, que segundo conta a lenda seria capaz de passar dos 300 km/h. Outro ponto que impressiona é sua aceleração, para ir de 0 a 100km/h a Suzuki Hayabusa precisa de apenas 2.7 segundos, tempo pouca coisa acima de um carro de F1 que chega aos 100 km/h em 2.5.




    Além da performance e o design arrojado da Hayabusa. Também merce destaque as rodas de liga leve de 17 polegadas, calçados por pneus esportivos da Brigdstone.

   A suspensão é totalmente em alumínio, e pode ser ajustável no garfo dianteiro e quanto na traseira, os amortecedores são hidráulico.

   Para para a Hayabusa, a Suzuki istalou na dianteira, discos duplos ventilados de 310 mm, as pinças de freio possuem 4 pistões. Enquanto que na traseira o disco é único, com 260 mm e 5.5 mm de espessura, mordido por uma pinça deslizante com um pistão.




   O painel de instrumentos da Hayabusa conta com quatro mostradores analógicos e um visor de LCD, que mostra o relógio, marcha engatada, modo de pilotagem selecionado, hodômetro total e dois hodômetros parciais.
   A moto conta ainda com o S-DMS (Suzuki Drive Mode Selector), que permite ao piloto escolher entre diferentes opções de direção de condução, priorizando mais conforto, por exemplo em viagens longas, ou mais esportividade para uma tocada mais esportiva.

   A Suzuki conta com um transmissão de seis velocidades, que recebeu algumas modificações para reduzir o desgaste mecânico e possíveis ruídos.

O seleto clube das motos mais rápidas do mundo…

   Apesar de ser um das mais motos mais impressionante do planeta, a Hayabusa tem concorrentes a sua altura. Atualmente os principais adversárias da Suzuki na categoria conhecida como “hyper sport bike”  são Kawasaki Ninja ZX-14 R, Ducati 1198 R, MV Agusta F4 1100 CC e a recém lançada BMW K1300S. Todas superam os 300 km/h de velocidade final.


  
Quem não gostaria de ter um brinquedinho desse? E acompanhado ainda, perfeito demais. 




Matéria:encontracarros.com 
Fotos: Google imagens
Video: Youtube



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Top 10: As motos mais caras do Brasil

    O mercado de motos não consegue se equiparar com os automóveis quando o assunto é o preço. Carros chegam a custar mais de um milhão de reais em algumas situações, enquanto as motocicletas dificilmente passam de R$ 100.000. Entretanto, há algumas exceções. Ou seja, motos topo de linha de algumas marcas – fabricadas em linha ou sob encomenda – que oferecem tecnologia de última geração, conforto e um preço bem ‘salgado’.

    Seguindo esta linha de pensamento, reunimos as dez motos mais caras do Brasil.  Assim será possível ter uma ideia de como o mercado de luxo sobre duas rodas vem crescendo no País. Detalhe: muito desses mimos são dignos de coleção. 


1 - Bimota DB7 Serie Oro Nero
   A primeira aparição da moto aconteceu durante o Salão Duas Rodas 2009. Com corpo todo preto e quadro e balança fabricados em fibra de carbono a Oro Nero teve 'tiragem' inicial de apenas 20 unidades. O modelo é construído quase de forma artesanal e a moto foi uma das principais atrações da marca no Salão de Milão 2008. O coração do modelo é da Ducati, um propulsor em "L" de 1098 cm³ que gera 172 cv. Para completar a obra-de-arte sobre duas rodas, a DB7 Serie Oro Nero conta com a mola da suspensão fabricada em titânio. Aliás, a suspensão traseira (Extreme Tech) foi projetada especialmente para esta moto. O modelo italiano conta ainda com disco de freios dianteiros no melhor estilo "margarida", da grife Brembo, embreagem anti-deslizante e GPS. Importada pela Perfect Motors, hoje esta joia italiana custa mais de R$ 250 mil. 

  
2 – Vyrus
   Fabricada artesanalmente e adquirida somente sob encomenda como uma verdadeira obras de arte, a máquina da fábrica de Rimini chegam ao Brasil também pela Perfect Motors, com preço em torno de R$ 250 mil. Todo e qualquer modelo Vyrus é fabricado de acordo com os desejos de seu futuro proprietário. A butique funciona quase como um alfaiate: você vai lá e encomenda a sua roupa, no caso, uma naked de visual futurista e com motor Ducati de 1.198 cm³. A marca tem como filosofia a exclusividade e a busca por soluções técnicas inovadoras. Existe um ‘cardápio’ para que o futuro proprietário possa selecionar que peças e equipamentos sua Vyrus terá. Escapamento em titânio, embreagem deslizante, painel com telemetria, enfim, o cliente pode criar uma moto de pista.



3 –BMW K 1600 GTL
   Recém-lançada, a BMW K 1600 GTL traz motor de seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e refrigeração líquida. Esta BMW tem 160 cavalos de potência máxima e 17,85 kgf.m de torque máximo. Embora estes números impressionem, não é no motor que está seu grande diferencial. Equipada com controle de suspensão eletrônico, freios ABS, controle de tração, controle eletrônico da pressão dos pneus, Cruise Control (piloto automático), entre outros, a nova K 1600 GTL cobra caro por toda essa mordomia. Seu preço sugerido é de R$ 108.500, o que a torna uma das motos de série mais cara vendida no Brasil. A BMW oferece ainda a K 1600 GT por R$ 99.500.





4 – Yamaha VMax
  Com um motor de quatro cilindros em ‘V’, a Yamaha VMax também é uma representante das motocicletas de luxo. Ícone em todo o mundo, a VMax tem 1.679 cm³ e 200 cavalos de potência máxima. Quem se interessar em comprar uma aqui no Brasil vai ter que recorrer a um importador independente, já que a moto não consta do line up da marca no País. INFOMOTO fez uma pesquisa e, para só para se ter uma ideia, encontramos um exemplar ano 2009, “zero quilômetro” por R$ 90.000. Imaginem só quanto custará uma unidade ano/modelo 2011.





5 –GL 1800 Gold Wing
   Outra fabricante japonesa que oferece uma motocicleta luxuosa é a Honda. Embora suas vendas no Brasil sejam dominadas pelo segmento de baixa cilindrada, a marca nipônica tem em seu line up a GL 1800 Gold Wing. Focada no mototurismo, a Gold Wing proporciona muito conforto ao piloto e garupa e está equipada com um motor de seis cilindros opostos. São 381 quilos de tecnologia distribuídos por toda a moto. Além de rádio, ABS e outros mimos, a estradeira conta até com airbag, até então inédito para uma motocicleta. A Honda cobra hoje exatos R$ 92.000 pela Gold Wing 2010.



6 –  BMW R 1200 GS Adventure
   Outra BMW que faz parte desse hall de luxo: R 1200 GS Adventure. Ao ver os equipamentos de série deste modelo, o motociclista não acreditará em tudo que essa BMW oferece ao seu comprador. Detalhes como, escapamento em aço inox, coletor polido e ponteira escovada, tomada para diagnóstico, proteção de tampas de cabeçote em alumínio, mangueiras de freio tipo “Aeroquip”, tomada auxiliar 12 V, dão pistas do quanto à marca cobrará por tantos aparatos exclusivos. Eis que chega o preço, são R$ 91.200 para poder sair da concessionária e poder, no mesmo dia se possível, visitar Ushuaia, na Argentina.



7 – Ducati  Multistrada 1200
  Apresentada na Itália em 2009 como uma aposta ousada da Ducati para entrar no segmento, a Multistrada 1200 desembarcou no Brasil no final do ano passado. Com muita tecnologia, baixo peso e um potente motor de dois cilindros em “L” esta moto tem preço sugerido de R$ 88.900 na sua versão mais completa, a S Touring. É uma moto para qualquer tipo de jornada, conta ainda com controle de tração e os quatro modos de pilotagem Sport, Touring, Urban e Enduro, além de muita tecnologia embarcada.





8 – BMW K 1300 R
   Reparem que as motos de turismo têm dominado o segmento de luxo. Mas chegou a hora de uma representante naked entrar em cena: a BMW K 1300 R. Na sua versão Dynamic, a naked da linha K também tem muitos acessórios que ajudam o piloto a não se cansar. Todavia, é o design agressivo o principal diferencial deste modelo. Isso sem falar no motor de quatro cilindros em linha que gera 173 cv. E para tê-la na garagem, o interessado deve investir R$ 82.900.





9 –Ducati SBK 1198 S
   A representante esportiva desta lista é a Ducati SBK 1198 S. Produzida para comemorar o novo logotipo da Ducati Corse, essa superesportiva é uma legítima moto de pista. Importada oficialmente pelo Grupo Izzo, a 1198 S conta com controle de tração desenvolvido nas pitas e muita tecnologia embarcada, para fazer dela uma das motos mais caras do Brasil. Exatos R$ 83.900 são cobrados pela Ducati SBK 1198 S. A Ducati também chegou a comercializar no Brasil o modelo Desmosedici. Só para lembrar, a réplica da moto utilizada no Mundial de MotoGP chegou a custar R$ 270.000.


10 – Ducati Diavel
  A última da lista também foi à última a ser lançada no mercado brasileiro: a Ducati Diavel. Com 210 kg, pneu traseiro de 240 mm de largura e um porte musculoso, a moto foi apresentada como uma estrela em um teatro no centro de Milão, na Itália. No coração desta diabólica Ducati está o motor Testastretta 11°, derivado dos potentes motores esportivos da marca, mas adaptados para uma entrega mais suave de potência. O motor de dois cilindros em “L” (um V a 90°) e 1.198,4 cm³ produz 162 cavalos de potência máxima (a 9.500 rpm) e colossais 13 kgf.m de torque máximo. No Brasil seu preço sugerido é de R$ 78.900 para a versão Carbon, com detalhes em carbono.  


Fonte e fotos: http://motos.icarros.com.br




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SOICHIRO HONDA "A história de um sonho"

SOICHIRO HONDA
"A história de um sonho"
Em 17 de novembro de 1906, nascia na aldeia de Komyo, na cidade de Hamamatsu, no Japão,  o filho mais velho de um ferreiro. Seu nome, Soichiro Honda.

   Era uma criança curiosa, que desde muito cedo ficava observando os motores, encantado com seus barulhos, cheiros e segredos !
   Nunca foi um bom aluno, pois não se interessava pelas teorias dos livros, preferindo a prática das coisas !
   Aos 8 anos, já havia construido uma bicicleta e,  aos 13 já tinha uma série de pequenas "invenções" !
   Aos 16 anos, Honda vai para Tokio como aprendiz numa oficina mecânica , e poucos anos mais tarde, volta para Hamamatsu e abre a sua própria oficina.
   Aos 25 anos, sua oficina já havia crescido e se tornado muito lucrativa ! Honda pôde começar a sua vida excentrica !  Construiu um barco de corrida, e um carro muito potente, com motor de avião American Curtiss Wright ! 
   Sempre metido em todo tipo de competição, certa vez , em um rali de velocidade, com um Ford incrementado, Honda sofre grave acidente, ficando 18 meses em recuperação !  Isso freiou um pouco seu ímpeto de "playboy" , fazendo encarar a vida com mais seriedade !
Nos bons tempos das competições !!

      Já com 30 anos, decide fabricar peças ao invés de consertá-las, e começa a  fabricar anéis para pistões.  Mas fabricar não era tão fácil como pensava, e  apesar da estrutura ( 50 funcionários e sede prórpia), Honda passou por um período muito difícil.  Seus recursos quase acabaram !

   Depois de muita pesquisa, Honda descobre (com a ajuda de um antigo professor) o que faltava na liga dos anéis : o silício !
   Finalmente, em final de 1937, a  "Tokai Seiki Heavy Industries" começa a fabricar anéis de qualidade e se torna novamente (muito) rentável !
   Honda decide estudar mais os metais e entra no Instituto de Tecnologia de Hamamatsu. Como nunca foi estudioso, só assistia as aulas que lhe interessava. Quando o reitor foi explicar que não poderia receber o diploma, Honda lhe diz: "Diploma ? Isso vale menos que um ingresso de cinema. O ingresso lhe garante a entrada no cinema pois voce pagou, e o diploma não garante que se possa ganhar a vida com ele ... " 
(em suas empresas, as pessoas sempre foram promovidas pelo trabalho e competência, independente do grau de instrução )
   Na época da 2ª guerra, começou a produzir hélices para a Força Aérea Japonesa. Mas a região onde estava instalado sofreu muitos bombardeios, e em janeiro de 1945, um terremoto acaba de destruir ao que restara dos bombardeios !
   A rendição do Japão se dá quando Honda lutava para reconstruir suas máquinas e instalações !  Com futuro incerto, Honda vende sua fábrica para a Toyota ,que era cliente de seus anéis.
   Um pouco desiludido, Honda fica um tempo fora do circuito, gastando parte do dinheiro da venda na "vida boa" !
   Mas , ambicioso e predestinado, em outubro de 1946, cria o Instituto  de Pesquisas Técnicas Honda , no centro de Hammamatsu.
   O Japão pós guerra estava caótico e um dos piores problemas era o transporte. Com o racionamento de combustível e trens lotados, Honda pensa pela primeira vez nas motocicletas !  Comprou então um lote de motores usados para geradores, e com sua capacidade criativa, os adaptou em bicicletas, e logo estava vendendo os primeiros ciclomotores !
   O primeiro lote de 500 motores  arrematados foram vendos rapidamente, e Honda começou a projetar seu próprio motor. Era um motor de 50 cc com potência de 0,5 cavalo.  O sucesso de vendas foi tanto , que em setembro de 1948, era fundada a Honda Motor Company !
   O primeiro ciclomotor Honda era de 90 cc, chamado de A.  Este ciclomotor era conhecido como "Chaminé" pois a mistura combustível era rica em terebentina devido ao racionamento de gasolina, e fazia muita fumaça !
A "Chaminé" modelo A

  Mas Honda queria algo mais, e após vários protótipos, em 1949 nasce a primeira motocicleta Honda, com 98 cc, 3 cavalos , que seria chamada muito apropriadamente de "Dream" (sonho) !

A avó de todas as Hondas !!
 A partir daí, a história de Soichiro se confunde com a própria história da Honda !  Sua competencia e genialidade , sempre a frente dos negócios , e sempre dinamico, fizeram da Honda a maior industria motociclistica do mundo !

Soichiro e seu inseparável amigo e sócio  Fujisawa
Soichiro parecia que nunca estava satisfeito, e sempre incentivou as pesquisas,  o que levou a Honda a participar de competições de motos e carros, invariavelmente com incrível sucesso !


Emprendedor, fabrica carros, motos, geradores , motores de popa, máquinas agricolas, e muitos outros produtos, mas sempre sob sua batuta !
Osamu IIda (primeiro Presidente) discursando na Honda Brasil em 1973, ao lado de Soichiro Honda, na fábica instalada num galpão no bairro da Pompéia em São Paulo
Soichiro Honda não só fundou a maior empresa de motocicletas, mas principalmente popularizou o motociclismo e introduziu um alto nível de tecnologia e confiabilidade em veículos de duas rodas !
Infelizmente, nada é eterno  !  Em 5 de agosto de 1991, Soichiro não resiste aos sérios problemas hepáticos , e deixa , aos 84 anos,  o mundo do motociclismo orfão !
Foi uma vida inteira dedicada aos projetos audaciosos !
Em final de 1999, Soichiro é eleito por jornalistas do mundo inteiro, o "Motociclista do Século", aliás , um título prá lá de justo !!

Grande figura !!
   E, graças ao seu sonho e sua grande obra, nós motociclistas só temos que  agradecer, e muito !!

Arigatô, Soichiro !!
"Eu vivo no presente, para construir o futuro, com a experiência do passado"
Soichiro Honda (1906 - 1991)
                                                                                                                   
                                                                                                                             


                                                                                                                           Por Ricardo Pupo



Fonte e fotos: http://www.motosclassicas70.com.br/soichiro_honda.htm



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